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Review | Chicago Med

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Chicago Med acompanha o dia a dia de um grupo de médicos e enfermeiros no hospital de mesmo nome na central de Chicago. O comando fica por conta da diretora Sharon Goodwin (S. Epatha Merkerson), a qual conta com a ajuda de seus funcionários. E além de todas as fatalidades que ocorrem no hospital, ainda há espaço para a agitação e dramas na vida dos personagens.

A franquia One Chicago não para de crescer, e com isso lhes apresento Chicago Med. Este hospital já tinha sido apresentado nas séries anteriores (Chicago Fire e P.D.), mas só em 2015 teve a oportunidade de ser mais conhecido pelo público.

A série tem apenas uma temporada, entretanto, já foi renovada para seu segundo ano. O primeiro episódio, intitulado Delaired (Descarrilhar), é literalmente para nos situarmos de que nós estamos em um centro médico, pois a ala da emergência não para um minuto. Alguns personagens, assim como em P.D., nós já tínhamos visto. O médico Will Halsted, irmão do detetive Jay Halsted – jura? -, é o chefe residente da emergência e tem sérios problemas em se manter distante da vida dos pacientes. 

O elenco principal também conta com Natalie Manning, a médica que atende a ala pediátrica do hospital e tem uma vida pessoal um tanto complicada. O médico Ethan Choi é um homem impulsivo na maioria das vezes, porém incansável em salvar vidas. April Sexton é a enfermeira “oficial” da emergência, assim como Maggie Lockwood, que é a enfermeira encarregada de chefiar o departamento de emergência. Daniel Charles é o médico responsável pela psiquiatria, desempenhando grande influência em diversos casos. Sarah Reese é a estudante do quarto ano de medicina, que auxilia os médicos. Connor Rhodes é o brilhante cirurgião recém-chegado ao hospital. Quem coloca ordem neste time, é a diretora administrativa Sharon Goodwin. Alguns outros personagens também dão vida a série, principalmente o doutor Downey – prestem atenção nele! -.

A primeira temporada estreou para dar continuação nas histórias que já podíamos ver em Chicago Fire e P.D., então não é aquele tipo de série que vendo aleatoriamente, entende-se de primeira todo seu enredo.

Uma das preocupações que tenho ao assistir séries com a temática hospitalar, são os termos técnicos reproduzidos pela série, e em como são encaixados. E Chicago Med faz este papel otimamente bem, não deixando margem para dúvidas sobre as causas e soluções dos casos. 

Uma estreia significativa, histórias bem desenvolvidas e a transparência entregue nos episódios, fez Chicago Med ter uma ótima primeira temporada.

E depois de colocá-los a par da franquia Chicago, criada por Dick Wolf, é preciso informá-los algumas características fortes das séries. Todas elas prezam por mostrar o lado pessoal dos personagens, não importa se o lado bom ou ruim, ou os dois. Os crossovers são importantes para a construção e entendimento da franquia e do porquê elas existem. O escritor gosta tanto de crossover, que sua outra série, Law e Order: SVU, já fez participações em alguns episódios de Chicago P.D. 

E para não perder o costume, mais uma série está a caminho. Chicago Justice será responsável pela parte jurídica da cidade. Os personagens são conhecidos em um episódio no final da terceira temporada de Chicago P.D.

Com o elenco extenso, nenhum deles se perde no enredo. A franquia não tinha como não cair no gosto do público, principalmente para aqueles que gostam de ser parte da história. Drama é seu tema central, mas não deixa de ter seus momentos cômicos e felizes. 

As três séries voltam em outubro, e Chicago Justice possivelmente, estreia também este ano.


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