terça-feira, 19 de julho de 2016

TAG | Festa Julina Literária


Apesar da postagem ser programada inicialmente para o último sábado, alguns imprevistos impediram que ela fosse ao ar. Mas, para a felicidade geral, aqui está uma das TAGs que mais gostei de responder recentemente, ainda mais por ser uma daquelas que se refere a uma época do ano específica. Todo mundo sabe que Junho, Julho e Agosto são meses de festa, certo? Então tá aqui um Arraiá Literário procês!


Livro Canjica: Um livro doce que devorou!

Apesar de não ter feito resenha aqui no blog sobre esse livro específico, todo mundo sabe como me sinto em relação as obras de Rainbow Rowell; bem escritas até o fim, a autora aborda temas com os quais é muito fácil se relacionar. E, por mais que Fangirl não tenha sido meu favorito, com ele não foi diferente. Quando menos percebi, já estava na última página e pedindo por mais.

Livro Quentão: Um livro hot que te esquentou do começo ao fim!

Não tenho o costume de ler livros hot, para ser sincera. Aqueles que já li, tiveram pouca história e muitas cenas confusas de relações sexuais estereotipadas. Então minha escolha aqui é um livro maduro, com cenas íntimas entre os protagonistas e que consegue mesclar muito bem drama e comédia da melhor forma hollywoodiana.

Livro Correio Elegante: Um livro amorzinho indicaria para todo mundo!

Gosto de pensar que existe poesia para todos os gostos: é possível que exista um verso para cada pessoa, um verso para cada momento da vida. Logo, por que não indicar Pó de Lua? O livro é repleto de poemas fofos, sinceros e maduros, estilizados com os desenhos da própria autora, o que resulta num trabalho original e extremamente pessoal.

Livro Pescaria: Um livro que você não imaginaria que iria gostar, mas te fisgou!

Tenho um certo "preconceito" com obras nacionais. Admito. Venho tentando mudar isso ao longo dos anos, mas vez e outra me deparo com um livro extremamente infantil e que, na verdade, tem uma premissa jovem adulto. Felizmente, um amigo me presenteou com Amém e desde então minha visão mudou completamente. Existem obras nacionais com potencial tão grande e que deixamos passar! Arthur Chrispin usa uma fórmula brilhante aqui e mostra que vai longe com seu talento.

Livro Milho Cozido: Um livro que você não leria novamente, uma vez já basta!

Não por não ter me agradado, longe disso, mas não me vejo relendo Mentirosos tão cedo, por medo de acabar com todo o encanto que a história apresenta. Por ser uma espécie de suspense, o livro carrega o leitor ao longo de sua trama, que dá várias dicas de seu desfecho, como já li por aí. Logo, não quero que minha opinião acerca dessa obra de arte sofra nenhuma alteração.


Livro Pé-de-moleque: Um livro que foi bem duro de chegar ao final!

Ninguém Como Você conta o dia a dia de uma adolescente após se envolver com o namorado da menina mais popular da escola. A garota, que sofre diversas acusações, como se fosse a única responsável pela traição, acaba aceitando toda a culpa e não faz absolutamente nada a respeito da negatividade direcionada a ela. Esperava que a autora seguisse um rumo diferente ao longo da narrativa.

Livro Bandeirinhas: Um livro modinha que você teve de ler!

Com resenha recém postada aqui no blog, Como Eu Era de Você é o grande hit do mundo literário nesse momento e, é claro, acabei me rendendo a história de Louisa Clark. Minha opinião vocês já sabem: amei de uma forma completamente inesperada.

Livro Maçã do Amor: Um romance bem açucarado!

Ah vai. A vida é feita de romances água com açúcar! E quem melhor que Jenny Han para criar uma trama envolvente, madura e capaz de alegrar o dia de qualquer um? Lara Jean é cativante, assim como todo o universo criado para essa trilogia. Pode parecer um romance bobo, mas na verdade é despretensioso, e acaba ganhando o coração de qualquer um.

Livro Quadrilha: Uma saga/trilogia que você ama!

Uma das primeiras sagas que li quando iniciei minha vida literária foi A Mediadora. Suzannah Simon e suas desventuras são pouco valorizadas entre os círculos mais famosos, onde outras protagonistas recebem maior destaque, mas vale dizer que Suzannah foi uma das primeiras a agir por conta própria, sem se prender a um interesse amoroso ou pedir permissão para quem quer que fosse. Com um novo livro saindo esse ano, espero que A Mediadora volte a ser uma saga indicada, lida e apreciada.





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