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Resenha | Cidade de Vidro - Cassandra Clare

terça-feira, 2 de agosto de 2016
Clary está à procura de uma poção para salvar a vida de sua mãe. Para isso, ela deve viajar até a Cidade de Vidro, lar ancestral dos Caçadores de Sombras, criando um portal sozinha. Só mais uma prova de que seus poderes estão mais sofisticados a cada dia. Para Clary, o perigo que isso representa é tão ou menos assustador quanto o fato de que Jace não a quer por perto. Mas nem o fora de Jace nem estar quebrando as regras irão afastá-la de seu objetivo: encontrar Ragnor Fell, o feiticeiro que pode ajudá-la a curar a mãe.




Cidade de Vidro faz parte dos livros que estou relendo na saga de Instrumentos Mortais e, por enquanto, é o meu preferido porque fecha um enredo extremamente irritante da série.

- Eu sei como você acha que se sente por mim. - disse Jace. - Mas não sente. Você só gosta de mim porque sou seguro. Não há riscos. E assim, nunca precisa tentar um relacionamento de verdade, pois pode me usar como desculpa.

O livro nos leva pela primeira vez à Idris, a cidade dos Caçadores das Sombras, onde todos os problemas do livro prometem ser resolvidos. Com isso, vemos um pouco da vida antiga de Luke e Jocelyn. Vemos a casa onde a mãe de Clary morava com o ex-marido, aprendemos um pouco mais sobre o Ciclo e até mesmo sobre a Clave. Do ponto de vista desse enredo, o livro é bem esclarecedor. 

Também somos apresentados novos personagens, alguns que terão uma importância bem grande na continuação da saga, acredito eu. É através deles que descobrimos um pouco da história por trás da ascensão e declínio de Valentin e seu grupo. Ao que parece o passado ainda é muito presente em Idris.

Temos, finalmente, o final do enredo irmãos apaixonados. Pra mim, essa sempre será a maior vitória de Cidade de Vidro. Chegamos a essa finalização com um desenvolvimento até melhor do que esperava - ou lembrava. O enredo maçante termina de uma forma um tanto surpreendente para quem lê o livro pela primeira vez.

Com o final de um enredo, vem a progresso de outro e esse é um dos meu preferidos. Aqui temos enfim o começo - ou pelo menos uma continuação - de Malec, o ship mais maravilhoso dessa saga inteira e, incrivelmente, o menos problemático. Vemos um pouco da história desses dois personagens e percebemos que eles sempre acabam flutuando ao redor um do outro.


Dei quatro estrelas porque apesar de todas as resoluções e todos os pontos positivos, o livro não é perfeito e a saga não chegou ao fim. Minha próxima resenha de Instrumentos Mortais será sobre um livro que não cheguei a ler quando me foi apresentada a série e minhas expectativa estão bem altas para o que acontecerá com os Caçadores das Sombras e Membros do Submundo.


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