segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Resenha | Cidade dos Anjos Caídos - Cassandra Clare

A guerra acabou e Caçadores de Sombras e integrantes do submundo parecem estar em paz. Clary está de volta a Nova York, treinando para usar seus poderes. Tudo parece bem, mas alguém está assassinando Caçadores e reacendendo as tensões entre os dois grupos, o que pode gerar uma segunda guerra sangrenta. Quando Jace começa a se afastar sem nenhuma explicação, Clary começa a desvendar um mistério que se tornará seu pior pesadelo.






E é claro que a saga Instrumentos Mortais continua firme e forte, dessa vez com Cidade dos Anjos Caídos. O livro continua exatamente do ponto onde deixamos e o mais interessante é o quanto nada acontece, mas ao mesmo tempo tudo acontece. Eu sei, é difícil de entender, mas vou tentar explicar.

- Era. Não sou mais. Não posso ser. É o sangue que me mantém vivo. - A garganta de Simon parecia apertada. - Nunca machuquei uma pessoa. Jamais beberia o sangue de alguém. Continuo sendo o mesmo. Continuo sendo eu.

Pela primeira vez tudo parece estar calmo e resolvido no mundo dos Caçadores das Sombras. Nossos heróis estão – aparentemente – bem e felizes, os casais estão resolvidos, tudo está tão perfeito quanto possível. Mas, como sempre, o mal se esconde e dá as caras no momento mais inoportuno. E é essa praticamente a base do enredo do livro.

O quarto livro da série mantém o equilíbrio já conhecido de Cassandra Clare: bastante romance, muita aventura e numerosas confusões. A fluidez dos volumes anteriores é mantida, o que significa que a leitura se torna bem fácil e mesmo quando o enredo não está em seu melhor momento é divertido.

Finalmente entramos de verdade em algum romance além do de Clary e Jace. Temos momentos Sizzy reais e tenho que dizer que eles são muito fácil meus personagens – e casal - preferidos nessa saga seguidos bem de perto por Malec, que também possui momentos mais óbvios de casal nesse livro.



Minha classificação foi 4, porque acho que ainda tem alguns pontinhos fracos na história e no nosso casal principal – como um par e como indivíduos também. De enredo a saga é bem feita e interessante, com problemas sempre frescos e pouca repetição.


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