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Primeiras Impressões | Beyond

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Um rapaz acorda de um coma de 12 anos e descobre que além de ter o emocional de um adolescente no corpo de um adulto, ganhou poderes sobrenaturais. Alguns de seus amigos e familiares o acompanharam durante o coma, enquanto outros não tiveram tanta força, e ele vai ter que lidar com isso enquanto tenta entender a conspiração que parece se desvelar ao seu redor em decorrência de seus novos poderes.


O ano novo chegou com a promessa de várias séries boas, e eu entrei nele com plena consciência de que minha lista de vícios só iria aumentar. Comecei meu 2017 com tiros da Netflix e pra não perder o costume me enfiei em mais uma série do FreeForm (ABC). Pro final de 2016 eles anunciaram Beyond, e a divulgação foi toda feita em conjunto com a segunda temporada de Shadowhunters.

Eu quis esperar um pouquinho, deixei acumular uns quatro episódios, pra poder entender o mínimo do plot e trazer um post que fizesse sentido. A série conta a história de Holden, um jovem de 25 anos que acorda de um coma e descobre que tem poderes sobrenaturais. O plot não é exatamente novo: jovem descobre ligação com um mundo desconhecido, é escolhido para deter o mal do mesmo, coloca toda sua família em perigo e tenta fugir da vida que não pediu. É um enredo que de tão usado tem muitas chances de dar errado, mas tem alguma coisa sobre Beyond que traz um frescor pra história – mesmo que eu ainda não tenha identificado o que é. É claro que ainda está muito no comecinho pra saber que caminho a série vai tomar, mas, pelo que vi até agora, a história parece ser promissora.


O elenco também foi uma coisa que me surpreendeu positivamente. Eu não conhecia – ou pelo menos não me lembrava - nenhum dos atores escolhidos e sempre que isso acontece eu fico com um pouco de pé atrás – ainda mais porque a última série do FreeForm que eu comecei a assistir teve um elenco bem fraco -, mas eu não achei as atuação forçadas e os diálogos pareciam bem natural.

O que me levou a querer assistir essa série foi a semelhança em alguns pontos com Stranger Things. Os poderes de Holden me lembram muito os da Eleven, as luzes piscando quando ele perde controle, mover objetos com a mente e acho que no decorrer da temporada outros poderes serão desenvolvidos. A primeira temporada geralmente é mais pra dar uma base pra história, pra desenvolver os personagens, apresentar o enredo, então a gente deve ter muita informação no meio da corrida pra salvar o mundo.

Como um todo, esses primeiros episódios foram bem divertidos. Eles souberam cortar muito bem pra deixar o telespectador com curiosidade pro próximo capítulo. A série já teve uma aceitação boa o suficiente pra ser renovada pra segunda temporada e isso é porque a primeira já está toda disponível no app do FreeForm e no Hulu. Para os que não possuem nenhum dos dois, os episódios vão ao ar toda segunda-feira no Estados Unidos – usem essa informação da forma como acharem melhor.



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